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domingo, abril 05, 2009

Atenção ao peso dos bebés



Bebés que aumentam de peso de forma muito rápida nos primeiros meses têm mais probabilidades de desenvolver obesidade.

Ganhar peso de forma muito rápida nos primeiros seis meses de vida pode aumentar as probabilidades de excesso de peso e obesidade na primeira infância.

Investigadores da Universidade de Harvard, com base nesta conclusão, defendem por isso que a prevenção da epidemia do séc. XXI tem de começar logo nos primeiros meses de vida.

Foram analisados dados de 559 bebés: peso e comprimento na altura do nascimento, aos seis meses e aos três anos. Entre aqueles que aumentaram mais o seu índice de massa corporal até aos seis meses houve mais casos de obesidade aos três anos.

Até agora, as preocupações com a obesidade, por parte dos médicos, começam por volta dos dois anos. Este estudo revela que há indicadores que podem fazer prever o problema e actuar ainda mais cedo. Porque quando se trata de excesso de peso e obesidade, prevenir é mesmo o melhor remédio. E é incomparavemente mais fácil do que remediar. Educar os pais para uma alimentação saudável é a chave, de acordo com os investigadores.
O estudo está publicado no número de Abril da revista médica Pediatrics.

segunda-feira, fevereiro 04, 2008

Vou ser Mamã: Alimentação, gravidez e controle de peso


Introdução
A alimentação praticada durante a gravidez é o factor mais determinante para o crescimento do bebé in útero. Como se pode imaginar este crescimento deverá ser vigiado com a máxima atenção.
Bebés demasiado gordos ou magros são susceptíveis a um dado número de riscos.

Peso do bebé

1. Quando o bebé é magro
Os atrasos de crescimento poderão manifestar-se a partir do 7º mês. O alarme é dado quando a altura uterina não aumenta ou o perímetro abdominal se mantém estável.
Vai ser necessário vigiar o feto e obter informações sobre o seu estado de saúde.
Quando se verifica um verdadeiro atraso no crescimento, o bebé não recebe todos os nutrientes de que necessita, originando duas situações possíveis:



  • atraso moderado do crescimento: recomenda-se repouso se se desconfia que a sua actividade excessiva está na base do problema; caso se avalie restrição alimentar, há que convencer a mãe a alimentar-se melhor; se existe hipertensão tem que ser combatida.

  • atraso excessivo do crescimento e riscos da criança permanecer no útero: poderá tomar-se a decisão de antecipar o nascimento.

Um bebé magro corre riscos:


  • no final da gravidez: há carências de energia, alimentos e oxigénio o que pode provocar um conjunto de sintomas de fome a que se chama sofrimento fetal crónico;

  • durante o parto: um bebé magro e, portanto, sem reservas, está mais sensível às dificuldades do parto, como a hipóxia (falta de oxigénio) passageira;

  • após o nascimento: a criança é mais frágil. A sua pele é flácida e franzida. A baixa taxa de açúcar no sangue pode provocar pequenos tremores que terão de ser compensados. Os bebés magros terão de recuperar o seu peso após o nascimento, não ficando, geralmente, com anomalias ou sequelas. Alguns poderão ser mais susceptíveis às infecções.


2. Quando o bebé é gordo
Um bebé demasiado alimentado poderá crescer muito depressa e nascer gordo.
Quando existe predisposição para tal, a mãe e o médico obstetra deverão estar atentos para que a situação seja controlada.



Peso da mãe


  1. Engordar demasiado
    Pode originar doenças graves, como a toxémia gravídica, e aumentar o risco de diabetes para quem tem antecedentes familiares. Outras alterações menos graves são: dificuldade em perder o peso e estrias. Estas alterações surgem para aumentos de peso significativos e rápidos e quando existem predisposições familiares. Na posse destas informações é mais fácil evitar que aconteçam.

  2. Não engordar o suficiente
    A preocupação com a elegância também atingiu a mulher grávida. Esta preocupação poderá ser muito perigosa atendendo a que poderão os regimes alimentares restritivos por ela implementados colocar em perigo o bebé, afectando o seu desenvolvimento.

Fonte: Mimosa