Os Nossos Amigos

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segunda-feira, fevereiro 23, 2009

CURSO : ALEITAMENTO MATERNO


PARA MAMÃS, GRÁVIDAS, FUTUROS PAIS E PÚBLICO EM GERAL
Duração: 3 horas (2 sessões de 90´) // 21 de Março e 28 de Março
Horário: 10h30m – 12h00m

PROGRAMA 21 de Março (sessão 1)
_Vantagens do aleitamento materno para o bebé
e para a mamã
_Composição do leite materno
_Até quando amamentar… indicações da O.M.S.
_Alternativas ao aleitamento materno
_Alimentação da mãe durante a amamentação
_Suplementos

28 de Março (sessão 2)
_ Anatomo - fisiologia da lactação
_ Até quando amamentar… indicações da O.M.S
_ Preparar o momento…
_ Posições para a amamentação
_ Sinais de uma boa pega na mama
_ Aleitamento através do copinho
_ Formas de retirar e armazenar o leite materno
_ Complicações na amamentação – sugestões de
estratégias
_ Prevenção e tratamento de lesões nos seios
_ O regresso ao trabalho: o que fazer

FORMADORAS
Susana Macedo
Nutricionista, mestre em Química e Qualidade dos Alimentos; Mãe de um bebé de 5 meses, a amamentar.
Liliana Maia
Enfermeira no Centro de Saúde de Viana do Castelo - Sub-Região de Saúde de Viana do Castelo
Conselheira em Aleitamento Materno – OMS/UNICEF.
Nicole Viana
Enfermeira no Centro de Saúde de Viana do Castelo

Mais informações:
Telemovel: 966 470 355
geral@projectobebemais.com
http://www.projectobebemais.com/
http://www.projectobebemais.blogs.sapo.pt/

segunda-feira, fevereiro 09, 2009

Testemunho amamentação da mamã do Raúl

Infelizmente, só agora entrei neste "mundo" da Blogoesfera. Mas ainda (penso) ir a tempo de vos dar o meu/nosso testemunho:
Sou mama de um menino muito lindo, meigo, doce e traquina:)
O Raúl tem faz amanha 22 meses. Ainda o amamento. E tenho muito muito orgulho. Fui bastante incentivada, não só pela minha própria mãe, mas também pelas enfermeiras da Maternidade Júlio Dinis, desde o dia em que o Raúl nasceu.
Até hoje o Raúl nunca teve temperatura, nunca precisou tomar medicamento algum.
Amamentar é um momento único, mágico.
Não percam essa magia.
E Ajudem o vosso filho/a amamentando.

Beijinhos e sejam felizes com os vossos bebes

P.S - Se nos quiserem visitar estamos aqui:
oraul.blogspot.com

domingo, novembro 09, 2008

Banco de leite materno

Entre Dezembro e Janeiro estará a funcionar na Maternidade Dr. Alfredo da Costa, em Lisboa. Trará inúmeros benefícios aos bebés prematuros e a todos aqueles que não possam ser amamentados.

A ministra da Saúde, Ana Jorge, anunciou que um banco de leite materno em irá funcionar na Maternidade Dr. Alfredo da Costa (MAC), em Lisboa, e que outras instituições com elevado número de bebés prematuros estão interessadas no projecto.

«Sei que há outros hospitais que terão esse interesse, principalmente os hospitais que têm muitos pré-termos», disse à Lusa Ana Jorge, à margem na Conferência da UNICEF/Comissão Nacional da Iniciativa dos Hospitais Amigos dos Bebés, que assinala a «Semana do Aleitamento materno».

O director de obstetrícia da MAC, Jorge Branco, revelou que o Banco de Leite Materno começará a funcionar entre 15 de Dezembro e 15 de Janeiro e que custou menos de 40 mil euros.

Ana Jorge lembrou que os bancos de leite foram prática há alguns anos, mas que foram postos de lado devido ao risco das doenças transmissíveis. «Hoje talvez façam todo o sentido», sublinhou.

Em toda a Europa exitem mais de 130 bancos de leite materno. Muitos deles têm serviço de recolha no domicílio. O Brasil tem a maior rede de bancos de leite do mundo.
Actualmente, há processos de tratamento, em que o leite materno não perde as suas qualidades e permitem que possam ser «seguros para as pessoas», justificou.

As mulheres que tenham excesso de leite podem doá-lo ao banco para suprir as carências de bebés que não podem ser alimentados pelas suas mães, como os bebés prematuros e os filhos de infectadas com HIV, tuberculose ou hepatites.

«Ministra defende ligação entre hospitais e centros de saúde»
Ana Jorge defendeu ainda uma interligação entre centros de saúde e hospitais, que deviam utilizar «práticas comuns e a mesma linguagem». Esta será uma forma de as mulheres se sentirem «mais confiantes».

A ligação entre o local onde o bebé nasceu e o centro de saúde da área e um atendimento telefónico para tirar algumas dúvidas foram medidas defendidas pela ministra que deixou um alerta: «os problemas, principalmente na fase inicial da amamentação, não se passarem só entre as 8h00 e as 20h00».

Sublinhou ainda que o aleitamento materno é um «problema de todos os mundos», frisando que ainda há «muito a fazer e lutar» para acabar com as «vozes que dizem que o aleitamento materno é um problema do terceiro mundo».

«Estamos longe de ter dados nacionais»
Uma das contestações ouvidas no congresso é o facto de não haver dados nacionais sobre a adesão ao aleitamento materno. Questionada pela Lusa sobre esta situação, Ana Jorge afirmou que existem alguns dados, «não são é nacionais, são dados obtidos por grupos e equipas por regiões». A ministra explicou que todos os hospitais que se candidatam a ser «Hospital Amigo dos Bebés» têm de ter dados sobre quantos bebés estão a ser amamentados na altura do parto, aos três meses, aos seis e quando fazem um ano.

«É um trabalho que não é fácil de fazer, como é óbvio, mas uma acção entre os centros de saúde e os hospitais, através das Unidades Coordenadoras Funcionais (UCF), permite que isto seja feito», disse à Lusa. No entanto, «estamos longe de ter dados nacionais, globais e seguros», afirmou.


Segundo números de 2006*:

  • Apenas uma em cada cinco mães portuguesas amamenta de forma exclusiva até aos seis meses do bebé (recomendação da Organização Mundial de Saúde).
  • 60 por cento das mães que deixam de amamentar antes dos dois meses afirmam que o bebé estava insatisfeito.
  • A segunda causa tem a ver com o regresso da mãe ao trabalho.
  • A terceira causa invocada para o abandono da amamentação tem a ver com doença ou medicação da mãe incompatível com o aleitamento materno.
  • Cinco por cento das mulheres nunca amamentaram.

* Números do projecto Geração XXI, que está a seguir dez mil bebés nascidos nas cinco grandes maternidades do Porto até à idade adulta

quinta-feira, outubro 09, 2008

sábado, agosto 02, 2008

Ensinar as mães a amamentar até aos seis meses

Em Portugal, apenas 30 a 40% dos bebés são alimentados, exclusivamente, de leite materno até ao primeiro mês de vida. A Organização Mundial de Saúde recomenda que sejam 100% e até ao sexto mês de vida.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que, pelo menos até ao sexto mês de vida, o alimento do bebé, seja, exclusivamente, o leite materno. Em Portugal, diz a Ordem dos Enfermeiros (OE), apenas 30 a 40% dos bebés são alimentados, exclusivamente, de leite materno até ao primeiro mês de vida. A partir daí, na grande maioria dos casos, o leite materno passa a ser a alternar com o leite em pó.

O incumprimento dos direitos laborais das mães em período de aleitamento, fruto do emprego precário, é apontado como a principal causa, a par com os muitos "mitos" criados. Foi para quebrar esses "mitos" e sensibilizar mães e filhos para as vantagens do leite materno ("o alimento mais completo"), que a Ordem dos Enfermeiros organizou, durante o dia de ontem - Dia Mundial do Aleitamento Materno -, e em todo o país, a campanha "Apoiar as mães que amamentam... A caminho do sucesso!".

"Porque é que a mãe produz leite? Porque é que, logo depois de ter o seu filho, tem leite? Como é que consegue ter leite até ao ano e meio?". As muitas perguntas da Carolina são respondidas pela Eva, a jovem mãe que acaba de ter o seu bebé.

As duas bonecas dão corpo à história teatral, serviam de mote às enfermeiras especialistas em saúde materna para falar às 15 crianças do ATL da associação A. F. Vila Cova sobre a importância do aleitamento materno. Durante todo o dia, foi assim na tenda montada na praia, em frente ao mercado das Caxinas (Vila do Conde). Cá fora, o grupo de enfermagem prestava esclarecimentos às futuras mães.

O pólo, acrescente-se, foi um dos cinco montados, ontem, em todo o país (norte, centro, sul, Madeira e Açores).

"A Eva foi a primeira mulher. Queremos que o aleitamento seja a primeira opção. Foi uma escolha simbólica", afirmou Irene Cerejeira, a enfermeira-chefe do serviço de obstetrícia do Centro Hospitalar Póvoa de Varzim/Vila do Conde, explicando a escolha do nome para a mãe, a boneca que dava corpo à história contada aos mais pequenos.

Junto das mulheres e jovens, explicou Irene Cerejeira, o objectivo era desmistificar alguns "mitos" e ajudá-las a amamentar por mais tempo: "Mitos relativos, por exemplo, à quantidade do leite. O leite produz-se com o mamar do bebé. Quanto mais o bebé mamar, mais leite a mãe vai produzir. Se começar logo a dar biberão, a mãe vai ter cada vez menos leite. Quanto à qualidade do leite, ao contrário do que muitas pensam, tem a ver com o tipo de alimentação da mãe", explicava.

Ontem, a mensagem da Ordem dos Enfermeiros era num sentido idêntico. "Os leites adaptados para bebés não conseguem ainda substituir os benefícios do leite materno, como a transmissão de imunidade à criança". E o exemplo de Angola foi destacado pela UNICEF: só 14% das crianças são amamentadas com leite materno até aos quatro meses, contribuindo para a subida da taxa de mortalidade infantil, estimada em 260 mortes por cada mil nados vivos.
In JN

quinta-feira, junho 26, 2008

Cuidado com a água

Bebés até aos seis meses não devem beber água. Dar-lhes água é sujeitá-los a riscos desnecessários.

Não deve oferecer-se água a bebés com menos de seis meses.
Mesmo que sintam sede, a bebida que devem beber é leite materno ou, em alternativa, leite especial adaptado.

A equipa de médicos do Centro Infantil Johns Hopkins, em Baltimore, fez recentemente um alerta aos pais: dar demasiada água a um bebé com menos de seis meses pode provocar uma complicação grave, habitualmente designada por «intoxicação pela água» (hiponatremia).
Os bebés são mais vulneráveis a esta complicação pelo baixo volume de sangue em circulação e pela imaturidade dos seus rins, que faz com que libertem grandes doses de sódio juntamente com a água em excesso.

Essa libertação pode levar a um perigoso decréscimo no nível de sódio, o que afecta a actividade cerebral e pode, em casos extremos, levar ao coma.
Os sintomas de uma «intoxicação pela água» são irritabilidade, sonolência e outras perturbações do estado de humor, seguidas de baixa temperatura corporal, edema (inchaço) e suores na face, convulsões.

Os primeiros sintomas podem ser muito subtis, por isso os pais podem não ter dado conta de nenhuma alteração significativa até chegarem as convulsões.
Bebés que frequentam programas de adaptação ao meio aquático podem beber enormes quantidades de água durante uma sessão.

Os pais devem estar atentos a este facto e evitar ao máximo que o bebé engula água.
Dar água a um bebé com menos de seis meses pode ainda ter consequências a nível do seu desenvolvimento, sobretudo se for dada regularmente.

A água substitui no estômago do bebé o lugar do leite, rico em nutrientes, e pode reduzir o seu apetite para mamar, condicionando assim o seu crescimento.
Mesmo em situações excepcionais...

É claro que os pais temem o risco de desidratação, sobretudo quando o calor se torna excessivo, ou quando há vómitos e diarreias.

Mas, mesmo nestes casos, um bebé que está a ser amamentado recebe do leite materno toda a quantidade de água necessária - o leite materno tem 87 por cento de água na sua constituição.
Mesmo que haja perdas de líquido excepcionais, amamentar com mais frequência é suficiente para evitar a desidratação, até porque no início da mamada, o leite é mais diluído - contém mais água do que no final.

Se está a ser alimentado por leite adaptado também não deverá necessitar de água, salvo por indicação médica.
Se um bebé tem perdas de líquido acentuadas pelo calor excessivo, por vómitos ou diarreia e a sua alimentação já é constituída por sólidos pode ser oferecida água, mas sempre em doses reduzidas.
Há especialistas em nutrição e desenvolvimento que consideram que mesmo até aos 12 meses de idade o bebé não precisa de água, desde que o leite materno continue a fazer parte da sua alimentação.


sexta-feira, outubro 19, 2007

INGURGITAMENTO MAMÁRIO (peitos muito cheios e dolorosos)

O ingurgitamento mamário, consiste em parte no aumento da quantidade de sangue e fluidos nos tecidos que suportam a mama (congestão vascular) e de certa quantidade de leite que fica retido na glândula mamária.

Quando isto ocorre, as duas mamas ficam «inchadas» (aumentam de volume, dolorosas, quentes, vermelhas, brilhantes e tensas por causa do edema (líquido) nos tecidos. A mãe queixa-se de dor principalmente na axila e pode ter febre (a chamada “febre do leite”).
"Pode haver diminuição da produção de leite".

O inchaço (ingurgitamento) geralmente ocorre alguns dias (2 a 5) após o nascimento, ou em qualquer época durante a amamentação.


Para evitar o ingurgitamento (inchaço):

  • as mães devem amamentar no sistema de "sempre à disposição" logo após o parto
  • verificar se a criança mama em boa posição desde o primeiro dia

Para tratar o ingurgitamento:

  • mantenha a criança a amamentar
  • se a criança não amamentar (sugar) adequadamente, ajude a mãe a retirar o leite por expressão manual
  • aconselhe o uso de um seteã firme com a finalidade de provocar o ingurgitamento menos doloroso
  • indique a utilização de compressas geladas ou quentes sobre o seio por 20 minutos, massajando-os e retirando um pouco de leite logo após para aliviar a dor
  • mantenha essas condutas até que o ingurgitamento desapareça
  • Evitar lavar demasiadamente os mamilos após cada mamada

quarta-feira, outubro 17, 2007

Testemunho de amamentação da Carla (Vida a 4)

Aqui vai o meu testemunho, é comprido.... entendo se não o quiseres publicar, não tem nada a ver com o que se tem dito aqui.

Tenho duas meninas. Foram 2 partos normais. Uma nasceu às 38 semanas, com 2885 e 49 cm, a outra foi provocada às 41 semanas e nasceu com 3672 e 52 cm. De uma amamentei no recobro, da outra amamentei ainda na sala de partos. De uma deixei de ter leite, para vir em força 9 horas depois (bebeu 3 biberões no 1º dia), da outra nunca deixei de ter leite. De uma fiz uma mastite, da outra já estava preparada e uma bomba resolveu a situação. De uma doía-me horrores, da outra era suportável (nunca foi um prazer). Uma foi (ainda é) calona a mamar e não pegava bem, a outra sempre mamou bem. De uma usei bicos de silicone, da outra engolia em seco e aguentava as dores das gretas.
A mais velha mamou durante 1 semana e bebeu do meu leite até aos 2 meses (eu tirava com a bomba) altura em que secou por completa. Senti um alívio enorme. Ela começou a crescer (ao fim de 8 dias tinha 2660). Eu pude curti-la ao máximo. Não andava cansada e andava sempre bem-disposta, para além disso o pai participou muito mais. É muito saudável, é tão ou mais inteligente do que as crianças alimentadas em exclusivo com o leite materno e nunca em altura nenhuma lhe pus a vida em risco por não a amamentar e usar água esterilizada e biberões esterilizados (só deixei de o fazer aos 6 meses). Temos uma cumplicidade muito grande e embora, agora (3 anos) comece a ser a menina do papá, em momentos mais aflitos chama sempre pela mãe (infelizmente, quando é às 3 da manhã porque perdeu a chucha ou porque quer ir fazer chichi).
A mais nova mamou 1 mês até termos ficado as duas doentes. Tive de tomar antibiótico que não era compatível. Para além disso nessa altura já tinha o peito direito com uma greta que cabia um dedo e andava sempre cansada, exausta mesmo. A amamentação ficou por aí. Não conseguia (não tinha tempo) para estar a tirar leite (30 minutos) de 3 em 3 horas e depois dar de comer (30 minutos) de 3 em 3 horas. Tinha a mais velha (com 2 anos) a precisar de atenção. Foi uma altura muito complicada para o meu marido em termos profissionais, que estava muito ausente, infelizmente, para ele e para mim. Logo que comecei a dar-lhe biberão (já podia dividir tarefas) comecei a sentir-me melhor, mas por essa altura só se lia nas revistas que as mães que optavam por não amamentar eram más mães e que as crianças iriam ser burras e que só quem estava 24 horas por dia com a mama de fora para a criança é que era merecedor de respirar. Eu ainda não estava totalmente restabelecida e isto abalou-me muito, quem me conhece sabe.
Quem QUER e CONSEGUE, DEVE de amamentar, mas não façam disso um campo de batalha. Senão conseguirem as crianças vão-se criar na mesma, vão ser felizes, vai haver cumplicidade entre mãe e filho. Custa-me ver a maneira como as mães que não amamentam são "vistas". As explicações que se têm de dar, etc.
É triste querer e não conseguir, mas maior tristeza é não dar amor a um filho e isso, seja com uma mama, com um biberão ou com uma colher é só QUERER. As minhas filhas são muito amadas. Se tiver mais algum filho, irei amamentá-lo até conseguir, até ser possível para mim enquanto pessoa. Se eu não estiver bem, os meus filhos também não vão estar.
Boa sorte a todas.
Carla - Vida a 4.

Mais uma vez, os meus parabéns pelo excelente trabalho feito aqui.


Carla, tentaste, deste o teu melhor. Ninguém é melhor mãe ou pior por não o conseguir fazer. Apesar de não ser um "caso de sucesso", é o que acontece a muitas mães, pelos diversos motivos que possam surgir, como sabemos, não são poucos. A tua experiência pode ajudar quem cá passa, a meu ver. Nem tudo são rosas, como se diz.
As maiores felicidades para a tua família.

terça-feira, outubro 16, 2007

FISSURAS DO MAMILO (bico do peito rachado)

As fissuras do mamilo são provocadas pela má posição da criança em relação à mama; do número e duração inadequada das mamadas e principalmente da técnica incorrecta de sucção.

Para evitar a fissura:

Orientação das mães durante o periodo pré-natal sobre a preparação da mama e técnicas de amamentação, dando especial realce às estratégias que devem ser utilizadas para o enfortalecimento dos tecidos aureolar e mamilar, tais como: banho de sol nos seios, evitar a fricção de toalhas, utilização de setiã de algodão com orifício na região mamilar, evitar lavar constantemente o mamilo após cada mamada (para evitar rasgaduras e consequentemente a entrada de micróbios; o próprio leite possui anticorpos e protege o mamilo contra a entrada de bactérias, responsáveis pelas mastites)

Para tratar da fissura:


  • corrija a posição da mamada e oriente a mãe na continuação da amamentação

  • aconselhar a mãe a lavar os mamilos apenas uma vez ao dia.

  • aconselhar a mãe a expor os mamilos ao ar e ao sol tanto quanto possível no intervalo das mamadas, ou banho de luz com lâmpadas de 40 watts, colocada a um palmo de distância da mama 10 minutos de cada lado, 3 vezes por dia.

  • Aplicar sempre leite materno nos mamilos após as mamadas, pois isto, facilita a cicatrização

  • Aconselhar a mãe a mudar a posição de costume, preferencialmente utilizar a posição da bola de futebol americano ou do cavalinho

  • Nos casos graves, dependendo da extensão da fissura, orientar a mãe a suspender a sucção directa ao seio por um período de 24 a 48 horas, aspirar o leite da mama e dá-lo na colher ou conta-gota.

segunda-feira, outubro 15, 2007

Testemunho de amamentação da Titta e Laura

Querida PM,

Por ter sido teu o pedido aqui vai o meu testemunho ehehehe:


Sempre desejei muito amamentar. Acho que isso já é meio caminho andado para que as coisas corressem bem. Logo que soube que estava grávida li o máximo que pude sobre o assunto, sempre incutindo a velha máxima que "o leite vem da cabeça", segundo a enfermeira do meu Centro de Saúde que nos preparou muitissimo bem sobre todos os benefícios da amamentação. Ainda me recordo da 1ª vez que a Laura mamou, deixei a fazê-lo durante uma hora e meia sem saber bem qual era o tempo certo...Nunca tive problemas maiores, tive a subida repentina do leite (pois com uma cesariana as coisas complicam se um pouco) mas nada que não se pudesse resolver com uns duches de água morna...
A Laura tem 16 meses e continua a ser amamentada vezes sem conta por dia e por noite.Não dou ouvidos à minha pediatra quando diz que o meu leite já é fraco, nem ao meu marido quando diz que eu estou mais viciada na mama que ela, eu sou a mãe e eu é que sei. Sei que podia dormir noites seguidas se não a amamentasse, que tinha mais tempo para mim e não estaria tão subjugada aos seus horários, mas também sei que a Laura está a crescer demasiado depressa, que, se ela hoje quer mamar, porquê ser egoista e tirar-lhe esse conforto que eu sei que ela adora mais que tudo? Claro que adoraria descansar mais, contudo não é para mim um sacríficio amamentar, mas sim um prazer. Um elo que tenho com a minha filha que sempre recordarei com muito carinho, é lógico que não a vou amamentar toda uma vida. Ela decidirá até quando.

Beijinhos doces,
Titta e Laura
http://vouterumbebe.blogspot.com/

domingo, outubro 14, 2007

Testemunho de Amamentação da Mamã Sara

Olá a todos!

A minha experiência com a amamentação tem sido óptima. Estou a amamentar há 2 anos e 3 meses a minha única filha Joana. Amamentar fazia parte dos meus planos desde sempre. Quando me imaginava nesse papel, de suprir as necessidades físicas da minha bebé, pensava que queria sempre que fosse até, pelo menos, ao ano de idade. Mal sabia que seria bem mais... :) .
Inicialmente não tive problemas com a amamentação (o que facilitou a tarefa), a Joana fazia uma boa pega. Sei que é frequente ter-se dores, e outras complicações mas, felizmente, nunca me aconteceu.
Amamentar tem sido um processo natural, tanto que ainda se mantém. Os benefícios são mais que muitos, como sabem, para o bebé, para nós (mães), no aspecto financeiro, na parte prática (não se anda com biberões atrás). Tantos, tantos.
Ahh, e ainda continuo a usufruir da licença de amamentação no emprego (maravilha!).
A Joana mamou em exclusivo até aos 6 meses e a partir daí fizemos a introdução dos sólidos. Neste momento mama duas vezes por dia (de manhã e à noite), até que ela queira e enquanto houver leite.
Tenho sentido esta experiência como um privilégio, um grande privilégio!

Beijinhos,
Sara

Links

Aqui ficam alguns links uteis sobre a Amamentação:


Futuras Mamãs: O que pensam fazer em relação a amamentação?

Vou amamentar, se possivel exclusivamente - 33 (86%)

Vou amamentar em exclusivo - 3 (7%)

Não sei - 2 (5%)

Não vou amamentar - 0 (0%)

Vou amamentar apenas nos primeiros dias - 0 (0%)


Total de Votos: 38

Mamãs: Como correu a vossa amamentação?

Muito bem - 23 (46%)

Com ajuda do suplemento - 10 (20%)

Maravilhosamente bem - 8 (16%)

Um sonho tornado realidade - 7 (14%)

Bastante mal, tive que desistir - 3 (6%)

Tentei mas nao consegui - 1 (2%)


Total de Votos: 49

Mastite

Mastite significa inflamação (lesão provocada por inflamação ou irritação) no tecido do seio. A mastite ocorre em mais de um terço das mulheres que estão amamentando (dando de mamar) e quando ocorre após o parto tem o nome de mastite da lactação. Quando a mastite da lactação é devida à infecção, é geralmente causada por bactérias, apesar de infecções por fungos poderem também causar mastite. Muitos dos casos da mastite da lactação ocorre nos primeiros três meses após o parto, podendo, porém, ocorrer em qualquer tempo durante a amamentação. Quando a mastite é grave, um abscesso (coleção de pus localizada resultante de uma infecção) pode se desenvolver no seio afetado.

SINTOMAS DA MASTITE DA LACTAÇÃO
Febre
Área vermelha no seio, normalmente bem delimitada e endurecida.
Seio quente e dolorido.
Dor durante a amamentação (pode também ser causada por assaduras ou fissuras nos mamilos sem mastite)

FATORES DE RISCO PARA O DESENVOLIMENTO DA MASTITE
Mastite em gravidez anterior.
Mamilos dolorosos ou com rachaduras.
Fazer uso de somente uma posição para amamentar de forma que ambos os seios não se esvaziem por inteiro.


TRATAMENTO DA MASTITE
Continue a amamentar e use várias posições para amamentar de forma a esvaziar os dois seios por completo ou pelo menos esvaziar um seio em cada mamada.

Esvazie completamente o seio afetado mesmo que por expressão manual.

Compressas mornas ou banhos quentes.

Aumente a ingestão de líquidos.

Repouse no leito.

Medicação para a dor se necessário.

Antibióticos se prescritos por seu médico.

Se você pensa que tem mastite, procure seu médico. Em muitos casos a mastite é tratada de forma simples.

Continue a amamentar já que a mastite não afeta seu recém- nascido.

A mastite pode ocorrer em mulheres mais velhas que não estejam amamentando. Esta forma de mastite é chamada mastite pariductal. Os ductos de leite perto do mamilo se tornam inflamados, causando dor no seio. Existe também uma massa no seio perto do mamilo, retração do mamilo ou saída de líquido pelo mamilo.

Como o câncer de seio também pode ser causa destes sintomas é importante que você consulte seu médico se apresentar algum destes sintomas. O tratamento da mastite periductal pode incluir antibióticos ou cirurgia se a mastite periductal é severa.

Existe uma forma de câncer de seio chamado câncer de seio inflamatório que pode ser confundido com a mastite. Como o câncer de seio inflamatório cresce rapidamente, é muito agressivo e mortal, deve ser diagnosticado o mais cedo possível. A febre geralmente ocorre na mastite, porém raramente com o câncer inflamatório de seio.


IMPORTANTE
Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios.

Fonte: Dra. Shirley de Campos

Testemunho de Amamentação da Mamã Sandra

Após assistir a tantos cursinhos no hospital e centro de saúde, e ter lido vários artigos, a amamentação para mim era uma meta a atingir.
No hospital, as infermeiras deram 2 suplemntos de 30ml, porque possivelmente o meu colostro não tinha sido suficiente, mas a partir do momento que fomos para casa foi sempre a mama.
A subida de leite correu bem, apenas tive que fazer uns panos quentes para aliviar as mamas. A pressão inicial é muita, e sobretudo das pessoas externas, que muitas vezes nem têm noção disso. Os comentários que me punham fora de mim era, que ao minimo choro, as pessoas diziam para lhe dar mama.
A pediatra disse logo que ele estava a desenvolver muito bem e que o meu leite satisfazia plenamente as necessidades do meu bebé. Só isto, dava-me mais alento para continuar. O único contratempo que ganhei foi uma greta, que infelizmente provoca umas dores imensas, mas numa semana foi "cicatrizada" com uns "tapperware" da Chicco que permite arrejar a mama e acelara a cicatrização.
Uma outra coisa que consola qualquer mãe é após uma mamada, fazer aquele beicinho de satisfação ao sair da mama.
Eu comecei a trabalhar bastante cedo em part-time, e aí tive necessidade de congelar e guardar leite para a minha mãe poder lhe dar. E a bomba eléctrica que comprei ajudou muito essa tarefa. E consegui amamentar até quase aos 6 meses em exclusividade, apesar de já ir introduzindo a fruta e a papa. Entretanto o meu Pimpolho começou a enjoar do leite e o frio já era por demais e aí tivemos um mútuo consenso e aí o meu leite secou em quase uma semana.
De referir que tive um "crise " por volta das 10/12 semanas, que acahva que não tinha leite. Aí usei a bomba e extrai varias vezes ao dia e a produção voltou ao normal!!!
Mas acho que é uma das experiências mais gratificantes que uma mulher possa ter. É que não é apenas dar o nosso leite, é também uma transferência de amor, afecto e protecção, que qualquer bebé sente, e torna a relação mãe-filho eterna.

Sandra e Pedro (14 meses)
http://sandraeamaro.blogspot.com/

É o contacto pele com pele importante para as mulheres que são HIV positivo?

Mesmo as mulheres HIV positivas para as quais a substituição do leite materno é Aceitável, Possível, Disponível, Sustentável e Seguro e nas quais a opção é não amamentar, devem ter o contacto pele com pele com seus bebés. Estas duplas, mãe-bebé, são, particularmente, vulneráveis. O contacto pele com pele provê um vínculo especial e um bom começo da relação mãe e filho.

Se as condições de substituição do leite materno não forem seguras, é muito importante para as mães e bebés ficarem em contacto pele com pele imediatamente após o parto e iniciarem a amamentação na primeira hora. Para estes bebés que não dispõem de outro alimento a amamentação exclusiva trará menos risco de transmissão vertical do que a alimentação mista.

Relembre: Para as mulheres em que a situação de HIV for desconhecida, a amamentação exclusiva é recomendada.


Testemunho de Amamentação da Mamã da Rita

A amamentação não foi um projecto que tenha planeado nem idealizado, exactamente como aconteceu com o parto. Sendo este cesariana, houve alguma demora na subida do leite e a já habitual separação da miúda. Aspiraram-lhe as vias respiratórias (eu vi). Não me lembro da primeira mamada. Sei que me disseram, umas horas depois do parto, que lhe tinham dado biberão e tinha mamado pouco. Ela nasceu perto do meio-dia e, nesse dia, foi ficando perto de mim enquanto houve visitas. Dormia muito, olhava para tudo com os seus olhos como azeitonas. Devo ter pegado nela e devo tê-la posto ao peito a seguir ao recobro mas não me lembro. No dia seguinte, pedi que vissem se ela estava a mamar bem e se tinha leite. Continuo a não me lembrar de a pôr ao peito mas lembro-me dos apertões e das nódoas negras com que fiquei. Lembro-me de dar um grito a um enfermeiro quando vinha fazer o mesmo, sem outra ajuda. Isto foi no dia seguinte, feriado de Corpo de Deus. À tarde, no meio de um calor impossível e de visitas infindáveis, dei-lhe 20 ml de biberão que demorou uma hora a beber. Na sexta-feira, não consegui pô-la ao peito por me virem buscar para o banho dela, para o meu pequeno-almoço, para a consulta da médica. Entretanto, já ela tinha chorado com o que pareceram cólicas e eu hoje reconheço como choro de fome: era o choro do «burrito»... Mudaram-nos para um quarto de três camas onde faltou a solidariedade do anterior. Nessa noite, tentei várias vezes pô-la a mamar mas não conseguia ou não conseguia perceber se ela mamava. Durante a noite, uma auxiliar veio ajudar-me dando-lhe a chucha para ela sugar. Depois, agarrou a mama com tanta força que ficou com um chupão... No entanto, o facto de eu não conseguir dormir NADA nessa noite não ajudou. No outro dia à tarde expulsei a minha mãe que só dizia «que chatice, não tens leite, não tens leite!». A tensão do momento não era ajudada por este tipo de boas intenções... Quantas vezes foi a pequena picada para ver se a glicose estava bem? três ou quatro. Ajudas? Mais nenhuma. Para agravar, ela pegava na chucha com se estivesse a mamar e depois não queria a mama; foi nessa altura que uma enfermeira simpática disse que não lhe devíamos ter dado a chucha... Nessa noite, fomos para casa. Ela mamou como se sempre o tivesse feito e, depois de me terem acordado com ela a chorar desalmadamente (e eu não ouvir), mamou outra vez bem, rejeitando a mama direita pela segunda vez. De manhã, estava dura. Pedi uma bomba emprestada mas, antes de a ter, usei uma toalha quente e espremi um pouco o peito; além disso, virei-a ao contrário e ela começou a aceitar a mama. Depois, as coisas melhoraram e entraram numa boa rotina. Não senti a subida do leite, não encaroçou, apenas fiz gretas que tratei com Gretalvite e discos com gel (descobertos acidentalmente cá pelo pai da casa). Lá pelos três meses dela, houve uma quebra na produção de leite, que a levou a mamar de duas em duas horas, deixando-me de rastos. Estávamos de férias, fora de casa, o calor e o barulho impediam-me de descansar. Emagreci o máximo (atingi os 72kg, menos 3 do que antes de engravidar). Experimentámos vários tipos de leite e ela rejeitou-os. Não sabia o que fazer. Ela nã oaumentava de peso. Voltámos para casa e as coisas foram retomando a normalidade, excepto no facto de ela acordar mais vezes durante a noite para mamar. Acabámos a exclusividade do leite materno aos quatro meses e meio, com a ideia do costume: como dormia mal, poderia ter fome. Tive medo que rejeitasse as papas e o resto como tinha feito com o biberão. Que não se adaptasse à comida quando eu fosse trabalhar. Começou bem com a papa e depois com a fruta. Quinze dias depois, a sopa. Nunca correu muito mal mas tinha sempre que lhe dar mama após as refeições porque ela chorava como se tivesse fome, não reconhecia «aquilo» como comida... Hábito que se foi perdendo.
Hoje continuamos com mamadas nocturnas, que aumentam se há algum problema: dentes, febre, pesadelos. Nunca pensei chegar aos 16 meses a amamentar e as pessoas há minha volta mostram-se ambivalentes sobre o facto. A minha mãe acha que seria «prático» ela beber um biberão de leite, o pediatra dá a entender que isto já não srve para nada (sem nunca o dizer directamente). O baixo peso dela leva a estes comentários. O certo é que ela não bebe nada que se pareça com leite no biberão (nem o meu), por mais fome que tenha; as papas são o que menos gosta de comer. Esteve doente muito poucas vezes e com pouca gravidade. O que fari eu de diferente? Não sei, provavelmente, tentaria habituá-la mais cedo ao biberão. A situação de estar sempre presente tornou-se esgotante quando comecei a trabalhar, apesar de ela já comer outras coisas. Nunca quis o meu leite por biberão (porque lho demos quando tentámos experimentar outros leites) e isso poderia ter-me ajudado em épocas mais complicadas. No entanto, continua a ser o nosso momento, algo que teremos sempre e mais ninguém pode partilhar.

Publicada por Mãe da Rita

IDEIAS PARA ACÇÃO:

Iniciar a amamentação dentro da primeira hora de vida tem o potencial de trazer uma importante contribuição para a saúde das crianças no mundo.

Para hospitais e maternidades
· Avaliem os hospitais – quais são as barreiras para o início normal da amamentação?
· Desenvolva planos de ação para vencer as barreiras identificadas
· Estimule todos os hospitais a registarem se o início da amamentação ocorreu na primeira hora ou não
· Realize, mensalmente, “avaliações” sobre o início precoce da amamentação para programar o que deve ser feito na prática para aumentar estas taxas
· Implemente o uso dos materiais revistos e atualizados da IHAC
· Reveja o impacto das práticas de assistência ao parto e nascimento sobre o início da amamentação para que as práticas que interferem possam ser modificadas

Para profissionais de saúde
· Orientá-los sobre como facilitar a amamentação na primeira hora de vida do bebé
· Rever os currículos de formação e verificar se a informação sobre o passo 4 está incluída
· Apoiar pelo menos UMA mãe por dia!


Para família e comunidade
· Informá-los sobre a importância da amamentação na primeira hora durante a gravidez e logo após o parto. Incluir as avós e outros membros da família nesta consciencialização.
· Identificar líderes na comunidade e comunicadores que possam divulgar esta mensagem
· Fazer uma cobertura por mês sobre amamentação!

Políticas Públicas
· Estimular os Ministros da Saúde, gestores e organizações influentes para incluir o tempo da primeira mamada como um indicador de boas práticas de saúde na assistência materno-infantil.

sábado, outubro 13, 2007

A amamentação na primeira hora é suficiente para garantir que a mãe vai manter o aleitamento materno exclusivo?


Absolutamente não! As mães precisam receber apoio para amamentar de forma exclusiva por 6 meses. A família, os profissionais de saúde e outras pessoas da comunidade todos têm uma contribuição importante nesta rede de suporte. Os profissionais de saúde, agentes de saúde e outros necessitam receber formação clínica sobre como avaliar uma mamada, identificar problemas, assim como, saber dar as informações necessárias e ter habilidade em ajudar a mãe a solucionar as suas dificuldades. O acompanhamento com um profissional de saúde, nas primeiras 48-72 horas após o nascimento, novamente depois de uma semana e em outros momentos que se fizerem necessários, provê a oportunidade de intervir precocemente evitando e solucionando os problemas, assim como, fortalecendo a confiança da mãe se tudo estiver bem.