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segunda-feira, novembro 26, 2007

O seu filho é vegetariano?


Ser vegetariano começa a ser cada vez mais frequente. Por razões culturais ou religiosas, por preocupações ambientais, ou mesmo por questões relacionadas com a saúde.

Até há algum tempo, os pais reservavam para si a opção alimentar e deixavam que o seu filho ou filha escolhesse a sua quando atingisse a idade adulta ou, pelo menos, a adolescência.

Hoje em dia, são cada vez mais os pais que decidem, desde o nascimento, que o seu filho ou filha vai ser vegetariano e pretendem que o médico assistente os oriente em relação às práticas alimentares vegetarianas adaptadas à idade infantil. É sobre este tema que vamos conversar hoje.

O que significa ser vegetariano?
Ser vegetariano significa que se exclui da alimentação produtos de origem animal, como a carne. Mas existem diferentes graus de alimentação vegetariana. Na maioria dos casos, a dieta vegetariana inclui alguns produtos de origem animal, como o leite e derivados, ou os ovos.

Desta forma, podemos falar de dietas lacto-vegetarianas, ovo-vegetarianas ou lacto-ovo-vegetarianas, consoante o leite, o ovo ou ambos, fazem parte da alimentação diária. Apenas em alguns casos, mais fundamentalistas, a dieta é exclusivamente de origem vegetal, sem ingestão de qualquer produto de origem animal, incluindo o leite ou os ovos: são os vegetarianos puros.

Quais as possíveis vantagens de ser vegetariano?
A dieta vegetariana, em relação à alimentação mais convencional, é mais rica em frutas, legumes e fibras e mais pobre em gordura e colesterol. Nos diversos estudos já efectuados, as pessoas vegetarianas têm níveis mais baixos de colesterol no sangue, o que constitui um factor protector para as doenças cardíacas, aterosclerose ou hipertensão.

O principal motivo para a escolha de uma dieta vegetariana são as preocupações com a saúde, pois nesta dieta são ingeridos em menor quantidade uma série de conservantes, aditivos e pesticidas. Da mesma forma, são diminuídos os riscos de doenças que podem ser transmitidas pela carne, com redução do risco de intoxicação alimentar.

Uma dieta vegetariana, no entanto, não garante, só por si, uma alimentação saudável. Muitos vegetarianos excluem da sua alimentação os produtos animais, mas mantêm o consumo de batatas fritas, bebidas gaseificadas, ou doces em demasia...

Quais os potenciais riscos da dieta vegetariana?
Tudo depende do tipo de dieta. Se a dieta contiver leite e ovo, não existirá qualquer problema e a criança vai crescer e desenvolver-se como qualquer outra. Os casos problemáticos são aqueles em que os pais não pretendem dar à criança leite de vaca nem ovos, pois estes são as fontes principais de algumas vitaminas essenciais, como a vitamina B12 ou a vitamina D, que não existem numa dieta vegetariana pura.

Outras substâncias essenciais que podem faltar numa dieta vegetariana pura são o ferro, o cálcio e o zinco. Se esta dieta é para manter, estas substâncias devem ser adicionadas sob a forma de suplemento vitamínico, pois sem elas a criança não tem uma alimentação saudável.
Vamos ver em maior detalhe algumas destas substâncias

Por que é necessária a Vitamina B12?
Esta vitamina é essencial para o desenvolvimento do cérebro, crescimento do corpo e produção dos glóbulos vermelhos do sangue. Sem ela, a criança fica apática e irritável, com atraso no desenvolvimento intelectual e motor, cresce menos do que poderia e pode vir a sofrer de uma anemia grave. Muitas destas alterações podem ser permanentes se não forem detectadas e tratadas a tempo.

A vitamina B12 existe, naturalmente, nos produtos de origem animal, como o leite e o ovo. Alguns produtos vegetais podem conter vitamina B12, mas numa quantidade muito pequena e numa forma inactiva, que não previne a sua ausência. São exemplos os cereais, o pão e a soja.
Uma criança vegetariana pode consumir vitamina B12 através do leite de vaca e do ovo. Se não ingere estes alimentos, deve ingerir leite de soja ou cereais com suplemento desta vitamina ou mesmo um suplemento vitamínico sob a forma de gotas ou xarope.

Por que é necessária a Vitamina D?
A vitamina D é essencial ao crescimento e fortalecimento dos ossos. É produzida na pele de todas as crianças quando exposta ao sol, mas a quantidade é insuficiente durante os meses de Inverno. Nas crianças com pouca vitamina D, os ossos crescem pouco e ficam deformados, uma doença chamada raquitismo.

A vitamina D existe no leite de vaca e nos ovos. Existe igualmente no leite de soja ou nos cereais suplementados com esta vitamina.

Qual a importância do Ferro?
O ferro é um dos nutrientes mais importantes da dieta de uma criança. São imensas as suas necessidades num corpo em crescimento, como o desenvolvimento do cérebro ou a produção dos glóbulos vermelhos do sangue.

A falta de ferro é actualmente a principal causa de anemia nas crianças, vegetarianas ou não. Sem ferro, a criança fica pálida e não consegue raciocinar como deve, tornando-se apática e desinteressada de tudo o que a rodeia.

O ferro existe principalmente na carne, no leite e nos ovos. Mas, felizmente, muitos outros nutrientes habitualmente presentes numa dieta vegetariana também contêm ferro. É o caso dos cereais, do leite de soja, do tofu, dos legumes, das frutas, do pão ou das massas.

É importante que os pais saibam que alguns alimentos, mesmo não contendo ferro, podem aumentar ou diminuir a sua absorção no intestino. Como exemplos temos os sumos de frutas (que aumentam) e o chá (que diminui), pelo que a alimentação das crianças, para além de alimentos com ferro, deve ter em conta estes outros factores.

Para que serve o Cálcio?
Tal como a vitamina D, também o cálcio é fundamental para o crescimento e fortalecimento dos ossos. Sem cálcio na alimentação, o esqueleto da criança não se consegue desenvolver normalmente.

A principal fonte de cálcio na alimentação é o leite de vaca e o ovo. Mas outros alimentos possuem também cálcio, como os cereais, leite de soja, tofu, sumo de laranja ou vegetais, como os bróculos.

Que falta faz o Zinco?
Pode parecer estranho, mas o zinco é necessário em quantidades mínimas para que possa ocorrer um crescimento e desenvolvimento saudável de uma criança.

Nas dietas vegetarianas, se existir diversidade na escolha dos alimentos, habitualmente o zinco não é problema pois existe na soja, tofu, legumes e cereais.

Como saber se está tudo bem com a sua criança vegetariana?
Como perceberam, se o leite e o ovo entrarem na dieta (lacto-vegetariana ou ovo-vegetariana) não existe habitualmente qualquer problema. Se aqueles alimentos estiverem também excluídos da alimentação, os cuidados devem ser redobrados.

Alguns nutrientes essenciais como as vitamina D e B12 e alguns elementos como o cálcio, ferro e zinco encontram-se principalmente no leite e derivados. Alguns alimentos de origem vegetal também os contêm e devem fazer parte obrigatoriamente da dieta destas crianças.

Actualmente, o leite de soja e os cereais que se vendem nos supermercados são enriquecidos com estas vitaminas e elementos, pelo que a sua ingestão pode prevenir uma eventual deficiência. De qualquer forma, é importante que os pais estejam conscientes desta realidade e sintam a necessidade de vigiar cuidadosamente a dieta dos seus filhos quando o regime é vegetariano puro.

Uma mãe vegetariana pode dar de mamar?
O leite materno é sempre a melhor opção para uma criança, independentemente do regime alimentar da mãe. Também aqui, se a mãe inclui na sua alimentação o leite de vaca e o ovo, o seu leite será nutricionalmente rico.

Se, pelo contrário, a mãe seguir um regime vegetariano muito rígido, deverá manter a amamentação, mas ter o cuidado de tomar um suplemento vitamínico que lhe forneça os nutrientes que poderão fazer falta ao bebé, nomeadamente o cálcio, ferro, zinco, vitamina D e vitamina B12.

Fonte: Pais & Filhos

quarta-feira, novembro 14, 2007

E quando o meu bebé nascer? Será possível dar-lhe uma alimentação vegetariana?


O melhor alimento para recém-nascidos é o leite materno. Se o bebé não puder ser amamentado, poderá optar pelos leites de soja especiais para bebés. Bebés vegetarianos que estejam a ser alimentados à base de leite de soja especial devem ser expostos à luz solar de fraca intensidade, durante passeios ao ar livre ao fim da tarde ou pela manhã, duas horas por semana, de forma a sintetizarem a vitamina D necessária. Alguns bebés, especialmente aqueles que vivem em climas frios, deverão beber leite de soja especial enriquecido com vitamina D. Mulheres vegetarianas que estiverem a amamentar devem ter o especial cuidado de consumir boas quantidades de alimentos ricos em vitamina B12, pois os níveis desta vitamina no leite materno são afectados pelas escolhas alimentares da mãe e são importantes para o bebé.

A partir do quarto ou quinto mês de idade já se poderão incluir outros alimentos na alimentação do bebé. A adição de novos alimentos deve ser feita lenta e gradualmente, adicionando um alimento de cada vez:

4 a 5 meses:

Alimentos ricos em ferro poderão ser adicionados, tais como os cereais enriquecidos. O primeiro cereal que deverá ser incluído na alimentação do bebé deve ser o arroz, podendo ser adicionado ao leite materno ou ao leite de soja especial.

6 a 8 meses:

Nesta fase deve fazer-se a introdução dos vegetais. Estes devem ser consumidos com uma consistência pastosa (bem cozidos e reduzidos a puré). Batata, feijão verde, cenouras e ervilhas são boas escolhas. Após a inclusão dos vegetais na dieta diária, as frutas deverão ser o próximo alimento a incluir nas refeições diárias do bebé. Frutas em puré, como as bananas ou os pêssegos maduros, e sumos de fruta – por exemplo, sumo de maçã – são formas eficazes de apresentar ao bebé novos alimentos.

A partir dos oito meses:

Aos oito meses de idade, a maioria dos bebés já está pronta para incluir na sua alimentação bolachas, pão (e outros cereais secos) e alimentos proteicos, tais como o tofu (bem cozido e reduzido a puré), ou algumas leguminosas, como o feijão (bem cozido e reduzido a puré). A evolução de uma alimentação vegetariana cada vez mais variada e convencional, embora sempre com os devidos cuidados para que seja completa e equilibrada, deverá acontecer, a partir dos oito meses, exactamente como aconteceria se não fosse vegetariana – a única diferença que existe são os alimentos que os bebés comem, mas os processos de alimentação e crescimento são os mesmos.


segunda-feira, novembro 12, 2007

A minha filha tem 8 anos, gosta muito de animais e diz que não os quer comer. Não será muito nova para ser vegetariana?


As crianças e os adolescentes necessitam de uma alimentação muito nutritiva e energética. No entanto, o seu estômago ainda é bastante pequeno. Para ter a certeza de que a criança está a ingerir as quantidades de energia necessárias para um eficaz desenvolvimento e crescimento, poder-se-á seguir uma dieta polifraccionada, ou seja, que inclua várias refeições ao dia, com alimentos ricos em hidratos de carbono complexos, fibras, vitaminas e minerais, conjugando nos lanches da manhã e da tarde cereais e frutas.

Encorajar as crianças a mastigar bem os alimentos é uma forma simples de contribuir para uma melhor absorção e aproveitamento destes. Com base nos mais recentes estudos nesta área, pode-se afirmar que as crianças que têm uma dieta baseada em frutas, vegetais, cereais e legumes, entre outros produtos de origem vegetal, desenvolvem-se mais saudavelmente do que crianças que fazem uma alimentação omnívora.

Os bebés amamentados naturalmente, bem como os bebés alimentados a leite de soja especial, apresentam um desenvolvimento mais lento em comparação com bebés alimentados com fórmulas especiais à base de leite de vaca, o que sugere que existe uma proximidade entre a alimentação natural (leite materno) e a alimentação vegetariana (leite de soja), sendo esta a mais adequada ao ritmo natural de crescimento do bebé. Tal como acontece com os bebés, as crianças vegetarianas apresentam um desenvolvimento menos acelerado do que as crianças não vegetarianas porque não incluem na sua alimentação alimentos nutricionalmente enriquecidos de uma forma artificial (como é o caso dos alimentos animais). Esta diferença é evidente durante a infância, mas dissipa-se na adolescência e não tem consequências negativas para estas crianças e para o seu desenvolvimento posterior.


segunda-feira, outubro 29, 2007

Vegetarianismo na Gravidez

Mas eu estou grávida, será que posso ser vegetariana?


O embrião e o feto necessitam de energia para desenvolver-se no ventre da mãe. Esta energia é conseguida através do equilíbrio da alimentação materna. Muitas dúvidas persistem sobre a eficácia da alimentação vegetariana durante a gravidez – a suficiência de cálcio, proteínas, ácido fólico e de ferro na alimentação vegetariana de uma grávida suscita dúvidas frequentes neste estado tão delicado que é a gravidez.


É importante ter consciência da relação entre a condição nutricional da mulher grávida vegetariana e o desenvolvimento do feto, pois há muito tempo que se sabe que a subnutrição da mulher grávida afecta negativamente as reservas nutricionais no seu organismo, o que implica o subdesenvolvimento do feto. Durante a gravidez, todas as necessidades nutricionais aumentam. No entanto, em termos calóricos, uma grávida precisa apenas de mais 300 quilocalorias (Kcal) extra (em relação à sua dieta anterior ao estado de gravidez) para satisfazer as suas necessidades energéticas. Durante esta fase, é importante escolher alimentos nutritivos que forneçam boas quantidades de fibras, minerais, vitaminas e proteínas, mas que, simultaneamente, apresentem baixas quantidades de gorduras e açúcares. As dietas vegetarianas baseiam-se na selecção de alimentos com as características acima referidas, apresentando-se como uma opção saudável também para esta fase da vida da mulher. O facto de estar grávida vai exigir um grande esforço ao corpo da mulher; no entanto, uma dieta vegetariana variada e equilibrada em nada prejudica a saúde da mulher grávida ou do feto. A maioria das mulheres vegetarianas grávidas apresenta ganhos de massa corporal dentro dos padrões considerados normais. Também os seus bebés apresentam massas corporais semelhantes a bebés de mulheres com dietas omnívoras. No entanto, mulheres vegetarianas em período de gravidez devem estar atentas ao consumo de alguns nutrientes que são necessários em maiores quantidades nesta fase, nomeadamente:


Proteína

É necessária durante toda a gravidez, contribuindo para um rápido crescimento do feto e da placenta. Contudo, as suas necessidades diárias para uma grávida vegetariana serão apenas um pouco mais elevadas do que as de uma vegetariana não grávida, sendo, por isso, bastante fácil aumentar a quantidade consumida diariamente, através do aumento do consumo de produtos de origem vegetal fornecedores de proteína, como as leguminosas, o leite de soja, o tofu, o tempeh ou o seitan.


Ferro

As necessidades de ferro durante a gravidez aumentam bastante, não só devido ao aumento do volume sanguíneo materno, como também devido à formação do novo sangue do feto. Apesar de todos os processos fisiológicos que ocorrem e minimizam as perdas de ferro – como a inibição da menstruação e o aumento da absorção de ferro a nível intestinal –, as dietas vegetarianas para grávidas têm que ser bastante ricas neste nutriente. A escolha de alimentos como lentilhas, feijão, grão, legumes folhosos verdes e tofu, conjugados com boas fontes de vitamina C, como o sumo de laranja natural, levam a um aumento na biodisponibilidade do ferro, sendo, por isso, melhor absorvidos pelo organismo. Não são frequentes casos de anemia em mulheres vegetarianas grávidas, pois a alimentação que têm, geralmente, fornece a dose diária recomendada de ferro. Ainda assim, é aconselhável fazer análises referentes a possíveis deficiências de ferro, para ter a certeza de que está tudo bem.


Cálcio

O cálcio é necessário para a formação dos dentes e do tecido ósseo no feto. Ao contrário do que se pensava antigamente acerca da possibilidade de ocorrer perda de tecido ósseo materno a favor da formação do feto, algumas pesquisas vieram a demonstrar que, durante a gravidez, a absorção do cálcio está aumentada, minimizando possíveis carências. Sabe-se que, desde que a dose diária de cálcio antes da gravidez tenha sido ingerida de forma a contribuir para uma adequada densidade óssea, não haverá necessidade de aumentar as doses de cálcio durante a gravidez. No entanto, grávidas cuja alimentação não forneça as quantidades mínimas de cálcio, vegetarianas ou não, devem aumentar o consumo de alimentos fontes de cálcio, tais como os produtos à base de soja, sumos de fruta enriquecidos, cereais, vegetais folhosos verdes e tofu.


Vitamina D

A vitamina D desempenha um papel importante na manutenção do cálcio absorvido pelo organismo materno. A quantidade de alimentos fontes de vitamina D que é necessário consumir depende da exposição à luz solar da mulher grávida, pois pode ser sintetizada através da exposição da pele ao sol. No entanto, a escolha de produtos alimentares como cereais de pequeno almoço e leite de soja enriquecido serão suficientes.


Ácido Fólico

Uma deficiência de ácido fólico pode impedir uma adequada formação do tubo neural, resultando em problemas no desenvolvimento do sistema nervoso ou do canal neural, sendo comum a existência de complicações como a spina bifida (espinha bífida). Tendo em conta que o tubo neural apresenta um desenvolvimento completo muito antes da maioria das mulheres se aperceberem de que estão grávidas, o ideal será que todas as mulheres em idade fértil consumam boas quantidades de alimentos ricos nesta vitamina. Alimentos como vegetais folhosos verdes são boas fontes de ácido fólico. De forma geral, as dietas vegetarianas são muito mais ricas neste nutriente do que as dietas não-vegetarianas; logo, grávidas vegetarianas conseguem facilmente obter a dose mínima diária de ácido fólico.


Vitamina B12

A vitamina B12 é necessária durante a gravidez para controlar a divisão celular e para uma eficaz síntese proteica. Pensa-se que as reservas de vitamina B12 maternas não estão acessíveis ao feto. Assim, a grávida terá que se assegurar de que as suas doses diárias desta vitamina estão a ser ingeridas. Para as mulheres vegetarianas, a escolha de alimentos enriquecidos com B12, como cereais de pequeno-almoço e alguns produtos à base de soja, são uma boa opção.


Zinco

As necessidades diárias de zinco aumentam para o dobro durante a gravidez. A deficiência de zinco tem vindo a ser relacionada com problemas graves durante o parto. A maior parte das mulheres, vegetarianas ou não, não consome as quantidades mínimas recomendadas de zinco por dia. Vários estudos apontam para a semelhança entre a quantidade de zinco obtida através da alimentação vegetariana e a alimentação omnívora, sendo ambas ineficientes em relação ao zinco. Tendo em conta que o zinco é um nutriente importante para o crescimento e desenvolvimento, as mulheres grávidas devem incluir na sua alimentação diária uma maior quantidade e maior variedade de alimentos ricos neste nutriente. Legumes em geral, frutos oleoginosos e leguminosas são exceentes fontes de zinco.



Fonte: Seja Vegetariano