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quarta-feira, agosto 06, 2008

Pulseiras custarão 30 mil a 60 mil euros

Dispor de pulseiras electrónicas para recém-nascidos custará a cada hospital 30 mil a 60 mil euros. A que se deverá somar a videovigilância de alta definição. São custos "suportáveis", garantem os administradores.

As duas medidas constam de um despacho da ministra da Saúde ontem tornado público. Prometido na sequência de mais um rapto de um bebé, em meados de Junho, o documento pretende uniformizar os sistemas de todos os hospitais. E estabelece um conjunto de regras a pôr em prática a partir de 2009.

"É um grande passo em frente para um ganho em segurança", garantiu ao JN o presidente do Conselho de Administração da Maternidade Alfredo da Costa e da Comissão de Saúde Materna, Jorge Branco. Na unidade que dirige - a que mais partos faz no país - as pulseiras electrónicas custarão 84 mil euros. "Vamos adquirir para já o primeiro módulo" de um sistema que pode ter várias formas.

No pulso do recém-nascido, a pulseira electrónica activa o sistema de alarme e bloqueia portas. É o que deverá acontecer inicialmente na Alfredo da Costa. Outros módulos permitem bloquear elevadores e barreiras no estacionamento, outros ainda permitem que, quando um bebé for sujeito a exames, a pulseira se desactive se ele estiver com a mãe, ou faça disparar o sistema de segurança se a criança for afastada do cartão electrónico do enfermeiro ou técnico que a acompanha.

Cada unidade pode escolher o método que preferir ou ir adquirindo módulos subsequentes. Dependendo do número de partos, o sistema custará 30 mil a 60 mil euros. E deve ser acompanhado por medidas de carácter mais geral, como a identificação do pessoal e a sensibilização de pais e visitas para nunca perderem o contacto visual com a criança.

Paralelamente, a videovigilância - que, tal como as pulseiras electrónicas, já existe em algumas unidades - terá que ser de alta definição, para permitir gravações e a adequada identificação de pessoas. Ouvido pela TSF, o presidente da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares, Pedro Lopes, aplaudiu a iniciativa e disse não acreditar que os hospitais coloquem entraves ao investimento na segurança.

O despacho de Ana Jorge, enviado para publicação a 29 de Julho, realça o facto de os raptos serem situações "pontuais", mas geradoras de preocupações que incumbe ao Estado acautelar. A última ocorreu a 14 de Junho, em Penafiel, e foi resolvida no próprio dia graças à videovigilância. Outro rapto ocorrera no mesmo hospital em Fevereiro de 2006, só se tendo encontrado a criança mais de um ano depois.
In JN

1 comentário:

Sandra disse...

Olá!!
Não... não venho falar das pulseiras electrónicas... venho aqui hoje em especial para te dizer MUITO OBRIGADO pelo teu carinho, pela tua atenção e em em especial pelas tuas palavras relativas a mim, à Mónica e ao Vasco!!
Quero que saibas se nunca comentei é devido a certas situações de falta de oportunidade nunca por não dar a devida atenção às tuas palavras...
OBRIGADA também pelas tua visitas ao meu blog e aos teus comentários carinhosos...
E em resposta ao teu post do dia 24/04/07, dia do nascimento do Vasco, informo-te que sim, és uma Tia e agora sim com convite... aliás costumo dizer que tenho que dividir os meus filhos com toda a blogosfera, porque o carinho é tanto que e o minimo que posso fazer!!
E mais... se quiseres roubar uma foto do Vasco (no meu Blog) para colocares aqui estas à vontade!!!!
Ah! Gostava de te mandar o meu testemunho sobre a perda da Mónica e a vinda do Vasco após... não sei se queres mas acho importante, sei lá!!!
Um beijo ENORME da Activestresss, Mãe da Mónica e do Vasco!